Esta manhã, no comboio, soube de uma coisa que me deixou seriamente preocupada com o estado da educação em Portugal.
Ao que parece, o amigo de uma amiga minha está numa faculdade privada (...) a tirar o primeiro ano de um curso de engenharia. Até aqui nada de novo, tendo em conta que o nosso governo permite que tais instituições existam no nosso país, mas eis se não quando ela me diz que ele ainda não acabou o 12º ano... e que lhe falta logo o exame de matemática... Eu nunca estive num curso de engenharia mas ao que me parece matemática é uma coisa que eles usam com alguma frequência e que até é prova de ingresso no sector público... =|
Segundo percebi, o rapaz matriculou-se em algumas cadeiras (todas...) de 1º ano e que as está a fazer enquanto se prepara para o exame nacional de matemática. Quando o tiver feito e, portanto, reunir as condições para ingressar como deve de ser no ensino superior, pede equivalências do que já fez e passa logo para o 2º ano... Eu não quero ser antiquada mas eu acho que o ensino superior vem DEPOIS do ensino secundário e não DURANTE... Digo eu...
E agora devem estar vocês a pensa "mas é privada, do que é que estavas à espera, desde que paguem está sempre tudo bem..." e eu respondo ainda mais chocada "pois mas é que este tipo de situações, segundo me pareceu, acontece também nas públicas e está contemplado na lei..." Triste não é??? Então eu e essa minha amiga conjecturamos um plano de estudos para as futuras gerações que vai poupar tempo, dinheiro e vai optimizar o tempo de vida activa dos indivíduos e aumentar os fundos para as reformas:
Se isto é possível para o superior e para o secundário, se calhar também pode ser aplicado para os 1º, 2º e 3º ciclos... Logo a nossa proposta para termos mestres em 5 anos é:
No primeiro ano fazem a 1ª classe, o 5º ano, o 10º ano e o 1º da faculdade;
No segundo ano fazem a 2ª classe, o 6º ano, o 11º ano e o 2º da faculdade;
No terceiro ano fazem a 3ª classe, o 7º ano, o 12º ano e o 3º da faculdade (são finalistas e acabam a licenciatura para os cursos com o processo de Bolonha);
No quarto ano fazem a 4ª classe (acabam-na), o 8º ano e podem começar o mestrado ou o 4º de faculdade para os cursos sem Bolonha;
No quinto ano fazem o 9º ano e eventualmente acabam o mestrado.
Assim os indivíduos têm 11 anos e o grau de mestre. Podem dedicar-se agora ao doutoramento e com o tempo que lhes sobre entre o doutoramento e os 16 anos (idade legal para começar a trabalhar) podem brincar, jogar computador, etc... e aproveitar a vida. Durante este tempo aproveitam para recuperar forças destes 5 anos extasiastes e aos 16 já podem exercer funções como um adulto deixando-lhes 49 de vida contributiva, que não há-de ser assim tão má porque o ordenado de um doutorado ainda é alguma coisa que se veja. Digam lá que é ou não é uma forma de tirar Portugal do fosso financeiro em que está metido??...
Aos 20 e poucos já têm dinheiro na algibeira para curtir a vida à grande que essa é que é a altura!!!
Nota: não há problemas de stress porque o ensino em Portugal é tão facilitado que não há como se cansarem a esse ponto...xD
Silêncio
Há 16 anos
LOOOOOL LOOOOL e mais LOOOOOL
ResponderEliminark tristeza.... =D
Se vier alguem dizer k um puto de 6 anos nao consegue passar o 5º ano ou o 10º, isso axo pouco provavel pk hj passa se alunos com negas a 9 disciplinas, por isso miudos com 6 anos conseguem faze lo facilmene ( tendo 9 negas claro)
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